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É muito comum na avaliação da maioria das pessoas achar que uma campanha de marketing só é boa se for criativa, mostrando um fato ou uma cena que faça rir, chorar ou chocar, e que sirva como assunto principal em encontros com amigos e familiares. Porém, o sucesso de uma campanha, para que gere um bom retorno à empresa e que impacte o consumidor, depende não só da criatividade, mas também da escolha das mídias, formatos e locais onde o consumidor verá a campanha.
O mercado publicitário hoje oferece uma gama enorme de opções de mídias, desde segmentadas, para atingir um público muito específico, até as tradicionais, como TV, jornal, revista, rádio e mídia exterior. Entretanto, é possível notar que além da mensagem, as campanhas trazem uma estratégia diferenciada no uso das mídias, como por exemplo, as “embalagens” nos jornais ou revistas que são distribuídos em domicílios.
Tal “reinvenção” da mídia ainda é lenta e gradual, limitando-se a grandes marcas e produtos que dispõe de um elevado investimento
em marketing para desenvolver estratégias diferenciadas, sem contar no grande avanço em internet, devido ao custo e dinamismo inerente deste meio. Por outro lado, algumas mídias tradicionais, como por exemplo, o rádio, possui grande potencial de exploração criativa,
a um baixo custo, que poderia ser mais utilizado pelas empresas.
“O rádio é sem dúvida a mídia em que se tem maior presença durante as diversas atividades do dia. É com ele que muitos levantam da cama, praticam esporte, vão para o trabalho, além de ser o companheiro de viagens, bares, entre outros. Ou seja, o hábito de ouvir rádio torna-se ‘oculto’, pois já é uma rotina. Mas mesmo que não se perceba, estamos sempre próximos a ele”, explica Daniel Pedrino, coordenador de marketing da Faculdade IBTA.
Segundo dados do Projeto Intermeios, referente ao 1º trimestre de 2007, o rádio ocupa 4,29% de todos os investimentos em publicidade. “A adesão das empresas em relação à rádio melhora a cada ano. Vemos o rádio como uma ferramenta de comunicação rápida, ágil, e que tem a promoção em seu DNA. Tudo o que pode ser promovido, pode ser feito pelo rádio” salienta Luiz Eduardo de Souza, gerente comercial da Rádio Educadora, a principal rádio de Campinas, direcionada para o público jovem, de 15 a 29 anos.
Se comparado com outros meios, o rádio pode ser considerado uma opção atrativa de investimento e versatilidade. De acordo com Rodolfo Carvalho, supervisor de contas da agência de publicidade McCann Erickson, “o rádio possibilita uma interação maior com o consumidor se comparado ao jornal ou à revista, especialmente por causa das dinâmicas promocionais”.
Pedrino comenta que, embora os investimentos tenham aumentado e sejam atrativos, os anunciantes ainda são muito tradicionais na forma como exploram suas campanhas no rádio. Segundo ele, ainda hoje, o formato mais ‘criativo’ para o rádio, são os jingles ou trilhas consagradas. Não se explora de forma ampla o conceito de relacionamento e um diálogo constante da marca com o consumidor.
“Em materiais impressos, como jornais e revistas, usam-se formatos diferenciados, diversas páginas seqüenciais. Na TV, anúncios em emissoras simultaneamente, na internet ações virais e, o que tem sido feito de inovador para o rádio?”, questiona o coordenador.
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Missão Educadora

Vencedor da prova “personalização de abadás” usa a música como tema.
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Pensando em uma estratégia diferente para atrair seu público-alvo – jovens de 15
a 29 anos -, a Rádio Educadora criou a “Missão Educadora”, uma grande gincana, realizada durante
a programação
da Educadora FM, com duração de 2 meses e meio. As equipes são formadas em grupos de 5 competidores. E as tarefas são distribuídas aos integrantes durante a programação da emissora.
Na última edição da Missão Educadora foram inscritas |
1345 equipes, totalizando 6.725 jovens participantes.
A entrega da maior parte
das tarefas é feita pela internet e as provas trabalham agilidade, inteligência, criatividade,
e responsabilidade social.
A cada etapa vencida, as equipes ganham brindes, ingressos para shows, CDs, entre outras coisas.
A primeira etapa é desenvolvida por todos os grupos; a segunda, reúne apenas 16 equipes e a final, participam apenas as oito melhores. |
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 Equipes se reúnem e estudam o mapa do local na prova “procurados”.
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Neste ano, a Faculdade IBTA entrou na Missão Educadora como parceira, oferecendo à equipe vencedora uma bolsa de estudos.
Na etapa final da gincana, realizada no dia 27 de outubro, no Hotel Fazenda Solar da Andorinhas, a instituição disponibilizou às equipes finalistas abadás para a tarefa da “personalização” e contou com a participação de professores na prova “Procurados”.

Amanda se prepara para a prova de “arvorismo”
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A equipe vencedora da gincana Missão Educadora 3 foi a “Vai que Vai, Vitor Meireles”, que além da bolsa oferecida pelo IBTA, vai curtir Porto Seguro com tudo pago; em segundo lugar, ficou
a “Bentão Team, ETEC Bento Quirino”
e em terceiro, a equipe “Quase Impossíveis,
E.E Dom Barreto”. |
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Dicas de leitura:
www.educadorafm.com.br
http://missao.educadorafm.com.br/site/
http://www.mccann.com.br/
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